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Tocantins

Tocantins – Jota deixa quartel da PM após dez dias preso pela Operação Ápia

O último preso pela Polícia Federal na Operação Ápia, José Maria Batista de Araújo, conhecido como Jota, foi solto ontem. Ele ficou preso por dez dias no Quartel do Comando Geral (QCG) da Polícia Militar porque é militar da reserva. Jota é suspeito de ter participado de um suposto esquema de desvio de recursos em obras de pavimentação asfáltica nos anos de 2013 e 2014. Como ele se apresentou um dia depois dos demais presos, foi solto um dia após. A Polícia Militar não informou o horário da sua saída.

Outros três foram soltos na quinta-feira, às 23h59, da Casa de Prisão Provisória (CPP) de Palmas: Renan Bezerra de Melo Pereira, Alexandre Ubaldo e Elon Marcello Lima Vieira. Os quatro foram alvos da terceira fase da Ápia, deflagrada no último dia 7. Ubaldo é ex-secretário estadual de Infraestrutura (Seinfra), Pereira é ex-superintendente de Obras de Conservação da Seinfra e filho do procurador-geral de Justiça, Clenan Renaut de Melo Pereira.

No pedido do Ministério Público Federal (MPF) ao Tribunal Regional Federal, da 1ª Região, que concedeu as prisões temporárias, Vieira é apontado como operador do ex-presidente da Agência de Transportes e ex-secretário de Infraestrutura Alvicto Nogueira, conhecido como Kaká Nogueira, para recebimento de propina. Já o Jota teria a função de coletar a propina com os empresários e teria “fortes ligações” com o deputado estadual Eduardo Siqueira Campos (DEM). Jota é irmão de Geraldo Magela Batista de Araújo, que foi preso na primeira fase da operação Ápia; os dois são donos da Construtora Barra Grande, que executou obras que estão sendo investigadas.

O MPF também pediu as prisões de Adriano Silva Magalhães de Macedo, o ex-diretor-geral de Pavimentação da Seinfra; Eduardino Edvart Lopes de Sousa e Edinaldo Oliveira Maciel, ambos fiscais na Seinfra; e Charllyngton Chagas Costa, empresário. Mas esses pedidos foram negados pelo desembargador Olindo Menezes.

O desembargador também negou as conduções coercitivas. Ao todo o MPF solicitou 14 conduções coercitivas, entre elas a do ex-subsecretário da Seinfra José Ribamar Maia Júnior. Sem os mandados, a PF intimou algumas pessoas para comparecerem na sede do órgão em Palmas, entre eles o empresário Wilmar Oliveira de Bastos, dono da empresa EHL.

Fonte: Jornal do Tocantins

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