Divulgado na última sexta-feira, o relatório australiano aponta que o bombardeio foi “um erro grave, causado por má identificação, erros em tomadas de decisão e violações das normas de combate e dos procedimentos operacionais”.
A embaixada israelense em Canberra respondeu nesta segunda-feira que o documento “incluiu, lamentavelmente, algumas tergiversações, e omitiu detalhes cruciais”, como a disposição do Exército a cooperar.
“As Forças de Defesa de Israel assumiram total responsabilidade pelos erros graves que levaram ao incidente trágico da noite de 1º de abril”, ressaltou a embaixada.

