Após onze meses de guerra, várias rodadas de diplomacia não conseguiram, até o momento, fechar um acordo de cessar-fogo para encerrar o conflito e libertar os reféns israelenses e estrangeiros mantidos em Gaza, além de muitos palestinos presos em Israel.
Os dois lados em conflito continuaram a culpar um ao outro pelos esforços infrutíferos dos mediadores, como Catar, Egito e Estados Unidos. Os EUA estão se preparando para apresentar uma nova proposta de cessar-fogo para resolver as diferenças, mas as perspectivas de um avanço permanecem escassas, pois a distância entre os lados continua grande.
Na quinta-feira, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, disse que cabia a Israel e ao grupo islâmico palestino Hamas dizer sim sobre as questões restantes para chegar a um acordo de cessar-fogo em Gaza.
Quase 90% do acordo de cessar-fogo em Gaza foi acertado, mas ainda há questões críticas com lacunas, incluindo o chamado corredor Philadelphi ao longo da fronteira sul de Gaza com o Egito, disse Blinken em uma entrevista coletiva. Israel disse que não deixará o corredor; o Hamas afirma que um acordo não é possível a menos que ele o faça.
Enquanto isso, os moradores de Khan Younis e as famílias deslocadas de Rafah continuaram a lotar as instalações médicas, trazendo seus filhos para serem vacinados contra a poliomielite. A campanha foi lançada após a descoberta de um caso de um bebê de um ano de idade que ficou parcialmente paralisado.
CAMPANHA NO NORTE DE GAZA


