SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Após sofrer uma derrota histórica nas eleições de meio de mandato, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (6) que vai promover Stephen Miller, um dos membros mais radicais do seu governo, ao cargo de chefe de gabinete.
Miller vai substituir Susie Wiles, ex-diretora da campanha eleitoral que levou Trump de volta à Casa Branca em 2024, que se torna agora a sexta mulher do primeiro escalão do governo a ser demitida ou renunciar. Antes dela, saíram do cargo de forma turbulenta Pam Bondi (Justiça), Kristi Noem (Segurança Interna), Lori Chavez-DeRemer (Trabalho), Tulsi Gabbard (Inteligência Nacional) e Katie Zacharia (porta-voz).
Todas foram substituídas por homens, menos Zacharia –seu cargo ainda está vago.
Miller, que até aqui ocupava o cargo de conselheiro político e de segurança nacional da Casa Branca, é conhecido por ser o arquiteto da campanha de deportação em massa conduzida pelo governo Trump até aqui. Ele também é classificado como extremista anti-imigração pelo grupo Southern Poverty Law Center, especializado em catalogar grupos racistas nos EUA.
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