O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou nesta quinta-feira (7) a reunião que teve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O norte-americano avaliou o encontro como “muito bom”.
Em uma rede social, Trump disse que os dois discutiram temas como comércio e tarifas. Segundo ele, novas conversas entre representantes dos dois países já estão previstas para avançar em pontos considerados estratégicos.
“Acabo de concluir minha reunião com Luiz Inácio Lula da Silva, o muito dinâmico presidente do Brasil. Discutimos muitos temas, incluindo comércio e, especificamente, tarifas”, diz o texto.
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Post de Trump sobre encontro com Lula na Truth Social — Foto: Reprodução
O governo brasileiro também fez uma publicação nas redes sociais sobre a reunião, com a legenda “Diálogo e respeito”.
“Brasil e EUA sempre foram parceiros e mantêm uma relação de amizade e respeito há mais de 200 anos. O encontro entre os chefes de Estado durou mais de três horas, durante as quais eles trataram de temas importantes para os dois países e para o mundo.”
Lula chegou à Casa Branca por volta das 12h15 (horário de Brasília). Os dois participaram de uma reunião com autoridades, seguida de um almoço.
O presidente Lula deve conversar com jornalistas ainda nesta quinta-feira, antes de iniciar a viagem de retorno ao Brasil.
Reunião
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Trump e Lula durante encontro na Casa Branca, em 7 de maio de 2026 — Foto: Presidência da República
Segundo fontes da diplomacia do Brasil, a reunião foi vista como um passo para normalizar as relações comerciais entre os dois países, após os EUA aplicarem tarifas contra produtos brasileiros e sanções contra autoridades nacionais.
Além da economia, era esperado que os dois presidentes também tratassem de outros temas, como:
- ataques dos EUA ao PIX;
- cooperação no combate ao crime organizado e ao narcotráfico;
- parcerias em minerais críticos e terras raras;
- geopolítica na América Latina, no Oriente Médio e na ONU;
- eleições no Brasil.
Antes do encontro desta quinta, Lula e Trump falaram por telefone no dia 1º de maio. O governo brasileiro disse que a conversa foi “amistosa”.
G1





