Familiares de franceses desaparecidos durante a ditadura na Argentina urgiram, nesta quinta-feira (7), ao presidente francês, Emmanuel Macron, para “não esquecer” seus casos e transmitir ao seu contraparte argentino, Javier Milei, sua “preocupação” com a suposta libertação de um repressor.
“As famílias [estão] preocupadas que a justiça possa ficar sob suspeita e que [Alfredo] Astiz, em particular, possa ser posto em liberdade. Isto é o que queriam transmitir sobretudo a Macron”, disse à AFP Alberto Marquardt, após o encontro, em Paris, com conselheiros do presidente, que está em viagem à Hungria.
A preocupação aumentou em julho, quando seis deputados do partido governista argentino visitaram Astiz e outros repressores condenados por crimes contra a humanidade no presídio de Ezeiza, na província de Buenos Aires.

