No final de 2023, a China enfrentou quatro meses seguidos de deflação. Em janeiro, o país registrou a contração mais expressiva do índice de preços em 14 anos.
Analistas consultados pela Bloomberg projetavam uma inflação de 0,4% para junho.
A economia chinesa foi afetada por uma crise prolongada do setor imobiliário, que já foi responsável por 25% do PIB do país.
Ao mesmo tempo, o desemprego entre os jovens atingiu 14,2% em maio e afeta a demanda interna.
Segundo o ONE, os preços ao produtor caíram 0,8%, contra 1,4% de maio. Este índice acumula 20 meses de queda.
“O risco de deflação não desapareceu na China”, afirmou Zhiwei Zhang, economista chefe da Pinpoint Asset Management, à AFP.


