UOL tentou contato com a Defensoria do RS, governo estadual e Ministério Público do estado. Se houver resposta, o texto será atualizado.
Procurada, a Secretaria de Segurança de Porto Alegre disse que o prefeito apenas “manifestou uma preocupação”. Segundo a pasta, medidas como essa só poderiam ser tomadas pelo estado do RS, União ou Judiciário.
Secretaria também ressaltou que o papel do município “é resgatar e acolher”. “Não existe a possibilidade de fazer consulta ao sistema da Segurança Pública Estadual antes de levar cada uma das 14 mil pessoas acolhidas hoje para uma estrutura provisória”.
Prefeitura contratou segurança privada para abrigos e anunciou instalação de câmeras. São 103 abrigos com vigilância privada. Destes, 19 têm suporte 24 horas e 84 das 19h às 7h.
Sobre segurança nos abrigos, nos preocupa a presença de apenados do semi-aberto. Não podemos expor a população a conflitos de segurança dentro dos espaços. Existe alinhamento com Estado e MP para abrigo alternativo, mas precisamos do entendimento do Judiciário e da Defensoria.
— Sebastião Melo (@SebastiaoMelo) May 11, 2024
Chuvas não param, e rios sobem
Rádios veiculando alertas de evacuação a pedido de prefeituras do interior, rios voltando a subir e deslizamento causando morte na serra. O Rio Grande do Sul volta a sentir as consequências da chuva que voltou na sexta-feira (10) à noite e não parou.


