“As ameaças da criminalidade transfronteiriça exigem respostas coordenadas dos governos envolvidos. As estratégias de segurança da Amazônia devem começar pela salvaguarda das comunidades em maior risco, algumas das quais enfrentam ameaças existenciais”, diz Bram Ebus.

O estudo indica que as autoridades dos três países precisam elaborar uma resposta conjunta para combater a expansão dos grupos criminosos.
“Os governos devem adotar uma abordagem multifacetada para combater a corrupção arraigada e o envolvimento do Estado em atividades ilegais.”
“Em menor número de armas e de número, as agências da lei enfrentam uma batalha difícil, a menos que estabeleçam laços fortes com as comunidades e reconstruam a confiança corroída por escândalos de corrupção. A população local, mais bem posicionada para detectar ameaças de grupos violentos, precisa de uma resposta estatal que realmente atenda às suas necessidades”, diz Bram Ebus.
A coluna procurou o Ministério da Justiça e da Segurança Pública e perguntou sobre as ações estão sendo adotadas pelo governo brasileiro para combater a criminalidade organizada na Amazônia. Assim que houver resposta, este texto será atualizado.
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