A queda da ponte aconteceu no dia 24 de dezembro de 2024, deixando 14 mortos, três desaparecidos e um ferido. A estrutura ligava os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA) pela BR-226.
Arte mostra carreta subindo em ponte antes de desabamento e sendo retirada do rio nove meses depois — Foto: Elias Junior/Arte g1
As imagens da reflutuação foram feitas pelo vereador Elias Júnior. Ele também gravou o exato momento em que a mesma carreta começou a atravessar a ponte, em dezembro de 2024. Momentos depois, a estrutura colapsou.
O Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT) informou que a próxima fase da operação será a retirada do cavalo mecânico, que permanece sob os escombros no leito do rio. “O DNIT está comprometido em realizar essa etapa com a máxima segurança, minimizando impactos ao meio ambiente e garantindo a integridade da área”, informou (veja nota completa abaixo).
Retirada dos veículos
Segundo o Dnit, a equipe técnica é composta por 10 mergulhadores e equipada com tecnologia especializada, utilizando balões de reflutuação com capacidade para até cinco toneladas, permitindo a elevação do veículo de forma segura e eficiente.
Carreta que transportava ácido sulfúrico emergiu do Rio Tocantins — Foto: Elias Junior/Divulgação
Relembre a queda da ponte
As ações para início da retirada dos veículos e posterior remoção dos galões dependeu de um mapeamento da área e um estudo técnico, conforme detalhou o departamento anteriormente.
Carro ficou preso em fenda aberta na ponte entre o Tocantins e o Maranhão — Foto: Divulgação/ Instagram VShenrique
Íntegra da nota do Dnit
O DNIT informa que a operação de reflutuação da carreta de ácido sulfúrico, que estava submersa no Rio Tocantins desde o desabamento da ponte JK em dezembro de 2024, foi concluída com êxito neste sábado (18).
A equipe técnica, composta por 10 mergulhadores e equipada com tecnologia especializada, utilizou balões de reflutuação com capacidade para até cinco toneladas, permitindo a elevação do veículo de forma segura e eficiente.
Com a carreta agora reflutuada, a próxima fase da operação será a retirada do cavalo mecânico, que permanece sob os escombros no leito do rio. O DNIT está comprometido em realizar essa etapa com a máxima segurança, minimizando impactos ao meio ambiente e garantindo a integridade da área.
Novas atualizações sobre o andamento da operação serão divulgadas à medida que os trabalhos progridem.


