O crime aconteceu quando uma mulher, que apresenta sinais de embriaguez, foi abusada por um homem que se deitou atrás dela. Em imagens divulgadas nas redes sociais, é possível ver a vítima tentando afastar o suspeito.
Caso de estupro na Praia da Graciosa é enviado ao MP; confira
O procedimento administrativo foi publicado no Diário Oficial do dia 18 de fevereiro de 2026.
Conforme a portaria, a sindicância foi aberta levando em consideração a gravidade do caso e que a “função da Guarda Metropolitana é a proteção sistêmica da população, e que a suposta omissão diante de um crime ou ato de importunação sexual em frente a uma unidade da corporação fere frontalmente o decoro da classe”.
Crime da Praia da Graciosa
O caso aconteceu no dia 15 de fevereiro de 2026, em frente à unidade da Guarda Metropolitana de Palmas. O vídeo do suposto crime aparenta ter sido gravado de dentro da base da GMP.
A Polícia Civil também alerta que o compartilhamento de imagens com o intuito de ridicularizar vítimas de crimes sexuais se enquadra no crime de exposição da intimidade sexual.
A Secretaria Municipal de Ação Social e da Mulher (Semasmu) determinou o envio de todas as informações do caso ao Ministério Público Estadual (MPTO) e a busca ativa da vítima para que ela tenha acesso a todos os serviços de acolhimento psicológico, atendimento jurídico, por meio da Casa da Mulher Brasileira e Patrulha da Mulher Segura.
Íntegra da nota da Prefeitura de Palmas
A Prefeitura de Palmas, por meio da Guarda Metropolita de Palmas (GMP), informa que a Corregedoria instaurou, por meio da Portaria nº 005/2026, sindicância investigativa para apurar a conduta de três guardas que estavam de plantão no dia 15 de fevereiro de 2026. A medida visa investigar suposta omissão dos agentes diante de um crime de violência sexual, ocorrido nas adjacências da Base da Graciosa, comportamento que fere o decoro e os deveres éticos de proteção à população previstos na legislação municipal.
Os servidores foram afastados de suas funções até que a apuração seja concluída e as responsabilidades devidamente esclarecidas. A comissão designada pela Corregedoria conduzirá os trabalhos para preservar o interesse público e a integridade da instituição.


