Clube está impedido de registrar jogadores pelas próximas três janelas pela falta de pagamento ao Atlanta United, dos Estados Unidos, pela contratação de Almada
O Botafogo deve ao Atlanta United pela contratação do argentino Thiago Almada — Foto: Vitor Silva/Botafogo/Divulgação O Botafogo entrou no transfer ban da Fifa no dia 30 de dezembro, mas sabia da possível punição da entidade desde outubro. Nesta terça-feira, em entrevista coletiva de apresentação do técnico Martín Anselmi, o diretor Alessandro Brito usou o espaço para explicar a situação e prometeu uma resolução do caso.
— A gente vem trabalhando já. A gente já sabia dessa situação desde outubro. Estamos trabalhando de uma forma incansável para que possamos, de alguma maneira, solucionar o quanto antes. E não é uma situação tão simples, porque envolve MLS, envolve alguns termos jurídicos e garantias. Precisamos fazer de uma forma que o clube fique estável e equilibrado para os próximos meses, para as próximas sequências de contratações. É uma situação que estamos trabalhando. O nosso jurídico está trabalhando — disse Alessandro Brito.
O alvinegro está impedido de registrar jogadores pelas próximas três janelas pela falta de pagamento ao Atlanta United pela contratação do meia argentino Thiago Almada em 2024. O Botafogo foi condenado pela Corte Arbitral do Esporte (CAS) a pagar US$ 21 milhões (aproximadamente R$ 114 milhões) ao clube dos Estados Unidos.
Na época da negociação, o alvinegro se comprometeu a pagar a quantia em dez parcelas: duas de US$ 3 milhões (R$ 16,4 milhões); sete de US$ 2 milhões (R$ 10,9 milhões) e uma de US$ 1 milhão (R$ 5,4 milhões), com vencimento a cada três meses.
O prazo imposto pelo CAS para que o Botafogo efetuasse o pagamento ao Atlanta United terminou no último dia 26 de dezembro. Antes disso, o alvinegro já conversava com os americanos para viabilizar um novo formato para acertar a dívida.
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