Água acumulada na pista acompanha apresentações da Mangueira e de convidados do Grupo Especial; escola desfilou sob chuva fraca e com críticas às notas recebidas
Cintya Santos e Matheus Olivério, primeiro casal da Mangueira — Foto: Reprodução A chuva forte que caiu no Rio no fim da tarde alagou o entorno do Sambódromo e as laterais da pista de desfiles, que apresentavam água acumulada durante o show de abertura do Desfile das Campeãs — em que puxadores do Grupo Especial receberam cantores como João Gomes e Michel Teló — e a apresentação da Mangueira, sexta colocada no Carnaval de 2026.
No discurso na concentração, o puxador Dowglas Diniz elogiou os mestres de bateria, Rodrigo Explosão e Taranta Neto, dizendo que “nada é fácil para vocês”, e pediu aplausos para a dupla Cintya e Matheus, porta-bandeira e mestre-sala, por representarem a “dança ancestral”. As referências foram queixas em relação às notas recebidas nos dois quesitos, que não foram 10 de ponta a ponta.
A escola começou a desfilar poucos minutos depois das 22h — o que indicava a possibilidade de o desfile se estender até o amanhecer de domingo —, sob chuva fraca. Cintya (que recebeu o Estandarte de Ouro de porta-bandeira) e Dowglas dançaram com garra diante de uma faixa que pedia “respeito à dança ancestral do casal Furacão”
Em seguida, é a vez de Imperatriz (5ª colocada), Salgueiro (4ª colocada), Vila Isabel (3º colocado), Beija-Flor (vice) e a noite será encerrada pela campeã Viradouro, que tem entrada na Avenida prevista para acontecer entre 3h25 e 4h15.
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