Condenado por matar ex durante festa de aniversário no TO é preso quase sete anos após crime
Maycon Jhonatan Bispo de Assis foi localizado em Balneário Piçarras (SC). Ele foi condenado a 32 anos de prisão pelo feminicídio de Diannes Maria Silva Marques, ocorrido em 2019.
Maycon Jhonatan Bispo de Assis foi preso nesta terça-feira (20) em Santa Catarina. Ele estava foragido pelo assassinato da ex-companheira em 2019 no Tocantins.
O crime ocorreu em uma festa de aniversário em 2019. O acusado foi localizado através de uma cooperação policial entre vários estados.
Em 2024, ele foi condenado a 32 anos de prisão por feminicídio. O ataque contra a vítima foi motivado por ciúmes.
Condenado a 32 anos pelo feminicídio de Diannes Maria em Gurupi, Maycon Jhonatan Bispo de Assis foi encontrado em Balneário Piçarras (SC) — Foto: Divulgação
Maycon Jhonatan Bispo de Assis, que estava foragido desde novembro de 2019 pelo assassinato da ex-companheira Diannes Maria Silva Marques, foi preso nesta terça-feira (20), em Balneário Piçarras, em Santa Catarina. Ele foi condenado definitivamente, em 2024, a 32 anos de prisão pelo crime, ocorrido em Gurupi, na região sul do Tocantins.
O assassinato aconteceu na noite de 23 de novembro de 2019, em uma casa no Setor Canaã, onde Diannes comemorava o aniversário de 25 anos ao lado de familiares. Maycon desferiu vários golpes de faca contra a vítima na presença de dois irmãos dela e da filha do casal, que tinha 4 anos na época.
Conforme apuração da TV Anhanguera, o homem foi localizado no imóvel onde morava com a atual esposa e uma filha. A busca foi resultado de uma investigação conduzida pela 3ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (3ª DHPP) de Gurupi, que realizava levantamentos de inteligência desde a época da fuga.
A prisão ocorreu no âmbito da Operação Caça Fantasma e contou com cooperação interestadual e troca de informações entre a Diretoria de Inteligência da Polícia Civil do Tocantins (2ª DIP/PCTO), o Projeto Capturas da Secretaria Nacional de Segurança Pública (DIOPI/Senasp), as polícias civis do Rio Grande do Sul (DEIC/Capturas), de Santa Catarina e do Paraná, além de agências locais de inteligência das polícias Civil e Militar de Balneário Piçarras e Penha (SC).
Agora no g1
A Justiça considerou o crime qualificado por feminicídio, por ter sido praticado em contexto de violência doméstica e familiar, e pelo uso de recurso que dificultou a defesa da vítima, descrito na decisão como uma conduta “traiçoeira”.
O g1 entrou em contato com o responsável pela defesa de Maycon no processo. O profissional informou que deixou o caso após perder o contato com Maycon e os familiares dele. A reportagem tenta localizar a defesa atual do condenado.
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