É uma situação preocupante, porque, neste caso, Trump age igual Nicolás Maduro. A campanha de Trump age que nem Nicolás Maduro: ‘Se eu não ganhar, é guerra. Se eu não ganhar, é sangue. Se eu não ganhar, é tragédia. Se eu não ganhar, é desastre’. E não é. Uma democracia tem que garantir que haja vencedores e derrotados, e que quem perdeu vá para a oposição e esperam até a próxima eleição para chegar ao poder novamente.
Trump usa uma fórmula antiga, de governos autocráticos e ditadores, de que, se ele sair, as pessoas vão sofrer, vai ter violência e tudo de pior porque não será possível segurar a onda de violência que vai vir. Esse é o ponto: esses opostos se atraem, mas a campanha de Trump e Maduro se abraçam na ameaça à violência.
Folks, calls to violence threaten our democracy’s foundation.
You can’t love your country only when you win.
Let’s solve our problems with ballots and elect @KamalaHarris as the next President of the United States of America.pic.twitter.com/wfREMvAyNo
— Joe Biden (@JoeBiden) July 23, 2024
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