Chá da Alice e Bloco da Lexa prometem arrastar multidões no Centro do Rio, mas regras de segurança devem ser respeitadas para curtir a folia sem sustos
Foliões se divertem no Chá da Alice — Foto: Márcia Foletto O carnaval de rua do Rio traz seus dois primeiros megablocos no Circuito Preta Gil, neste fim de semana. O Chá da Alice desfila sábado, enquanto o Bloco da Lexa assume a festa no domingo. A estimativa é que os blocos reúnam cerca de 100 mil foliões — 50 mil cada — nos dois dias de festa. E para garantir a diversão com segurança, a Prefietura do Rio reforça as regras sobre o que é permitido levar para os cortejos.
De acordo com a Seop e a Guarda Municipal, haverá um esquema especial para o Circuito Preta Gil com ações preventivas de e fiscalização dos principais blocos de rua. Cerca de 1.100 agentes (entre guardas municipais e servidores da Seop) vão utilizar 70 viaturas no serviço. Além disso, a temporada de megablocos ainda conta com reforço da Polícia Militar.
Serão 1.410 policiais atuando no circuito, do início na Praça da Candelária até o fim próximo ao Aterro do Flamengo. O acesso à área de desfile será controlado por 23 pontos de revista.
Itens proibidos
Estão proibidos os seguintes itens:
Garrafas de vidro (mesmo de consumo próprio)Objetos perfurocortantesFogos de artifício ou incendiáriosArmas de fogo ou brancasSubstâncias tóxicas ou drogas ilícitasMateriais de marketing não autorizados. As equipes da SEOP e da Guarda Municipal farão fiscalização na concentração, percurso e dispersão dos blocos, com foco na apreensão de itens proibidos, ordenamento urbano e controle de ambulantes irregulares.
Ainda serão utilizados detectores de metal para recolher facas, tesouras, vidros ou qualquer objetivo que possa se tornar arma.
Patrulhamento
Durante os desfiles, das 7h às 12h, duas equipes do Grupamento de Patrulhamento em Multidão (GPM) estarão entre os foliões prevenindo tumultos. O patrulhamento será complementado por policiais montados, motociclistas do Batalhão Tático de Motociclistas (BTM) e uma Unidade de Controle de Distúrbios do Batalhão de Choque (BPChq).
O comando central da operação funcionará em um carro-comando próximo à Alerj, com monitoramento em tempo real feito por torres de observação, helicóptero e drones equipados com reconhecimento facial.
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