Maduro agradeceu nesta terça (27) a ajuda recebida do MST. Na mensagem, o ditador diz: “O MST me mandou uma equipe com mil homens e mulheres do Brasil para produzir em terras venezuelanas. Bem-vindo, Brasil. Bem-vindo! Bem-vindo, povo brasileiro. Bem-vindo, povo brasileiro, com revolução bolivariana. Eu falo português perfeito (sic).”
A posição de Rosa contrasta com a do presidente Lula (PT), que ainda não reconheceu a vitória de Maduro nas eleições do dia 28 de julho. Em comunicado divulgado no sábado (24), o petista e o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, voltaram a cobrar a divulgação das atas das seções eleitorais como condição para reconhecer Maduro como presidente.
Países como Estados Unidos e Argentina reconheceram o opositor Edmundo González como candidato vencedor no pleito. A oposição venezuelana diz que foi vitoriosa com base no que afirmam ser as atas eleitorais de cerca de 80% das mesas de votação do país. Com esses documentos em mãos, que foram publicados online, a aliança antichavista diz que González teve 67% dos votos contra 30% de Maduro.
A posição da deputada estadual pernambucana segue a do PT, que reconheceu a vitória de Maduro. Em nota publicada no dia seguinte à eleição, a Executiva Nacional do partido disse que o processo eleitoral na Venezuela foi uma jornada “pacífica, democrática e soberana”.


