Suspeito usava o pretexto de adoção para se aproximar da adolescente, segundo a investigação. A vítima, de 12 anos de idade, confirmou os abusos.
A prisão do pastor de 40 anos em Colinas do Tocantins ocorreu após denúncia e investigação da Polícia Civil.
Os abusos contra a menina de 12 anos teriam se estendido por cerca de seis meses, sob o pretexto de uma falsa adoção.
A vítima confirmou os atos em escuta especializada, e exames periciais comprovaram a violência.
O suspeito é acusado de se aproveitar da vulnerabilidade econômica da adolescente, oferecendo presentes e fazendo promessas.
Vista da cidade de Colinas do Tocantins — Foto: Prefeitura de Colinas do Tocantins/Divulgação
Um pastor de 40 anos foi preso em Colinas do Tocantins, suspeito de estuprar uma menina de 12 anos. A investigação aponta que os abusos ocorriam havia cerca de seis meses. Segundo a Polícia Civil, ele usava o pretexto de adotar a adolescente para se aproximar dela.
O nome do suspeito não foi divulgado e o g1 não conseguiu contato com a defesa dele. Conforme a Secretaria de Segurança Pública (SSP), as equipes chegaram até o suspeito após receberem denúncia sobre a violência. Depois disso, com base em informações levantadas pelas equipes de inteligência, ele foi preso na noite desta sexta-feira (20).
A menina foi ouvida em escuta especializada e confirmou os abusos. Exames periciais também comprovaram o crime. A apuração também revelou que ele orientou a vítima a mentir caso fosse questionada sobre sua virgindade, e pediu que dissesse ter um namorado na escola.
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Durante as investigações, os policiais apreenderam computadores e outros dispositivos na casa do pastor.
A Polícia Civil informou que o pastor se aproveitava da situação de vulnerabilidade econômica da menina, oferecendo presentes e fazendo promessas, como a de fugir com ela.
“Restou apurado que um pastor, sob o pretexto de adotar a vítima, estava, na verdade, estuprando a adolescente de 12 anos, situação essa que já perdurava por aproximadamente seis meses”, afirmou o delegado Jodivan Benevides.
Depois de ser preso, ele foi levado para a Central de Atendimento da Polícia Civil e, em seguida, encaminhado para a cadeia pública de Colinas, onde aguarda decisão da Justiça.
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