Adolescente morta após dançar perto de homem em distribuidora de Palmas: entenda o caso
Adolescente de 17 anos foi morta a tiros em uma distribuidora na região sul da capital. Polícia Civil aponta que o crime foi motivado por ciúmes após a jovem dançar perto do namorado da suspeita; casal está preso.
Esmeralda Domingos da Silva, de 17 anos, foi morta a tiros em uma distribuidora de bebidas na região sul de Palmas.
A Polícia Civil identificou como suspeitos um casal, uma mulher de 27 anos e um homem de 20 anos. A autora dos disparos seria a mulher, enquanto o namorado também passou a ser investigado por participação no crime.
A Justiça decretou a prisão preventiva dos dois, que haviam deixado o Tocantins após o homicídio. Eles foram localizados e presos posteriormente na região de divisa entre Tocantins e Pará e transferidos para o sistema prisional de Palmas.
Esmeralda Domingos da Silva morreu após ser baleada em uma distribuidora de Palmas — Foto: Arquivo pessoal/Esmeralda Domingos
Segundo a investigação conduzida pela 1ª Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), a adolescente estava no estabelecimento quando começou a dançar próximo de um homem que estava acompanhado da namorada. A mulher teria se incomodado com a situação, saiu do local e retornou armada.
Testemunhas relataram que a suspeita efetuou disparos dentro da distribuidora. Esmeralda foi atingida na região do pescoço e chegou a ser socorrida por pessoas que estavam no local, sendo levada em estado grave para a UPA Sul de Palmas, mas não resistiu aos ferimentos.
Casal é preso por morte de adolescente em Palmas
Prisão do casal suspeito
A Justiça decretou a prisão preventiva dos dois, que haviam deixado o Tocantins após o homicídio. Eles foram localizados e presos posteriormente na região de divisa entre Tocantins e Pará e transferidos para o sistema prisional de Palmas.
Quem era Esmeralda
A família também relatou que a adolescente enfrentava dificuldades relacionadas à saúde mental e possuía laudos de transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e dificuldades intelectuais, mas contava com apoio familiar constante.
Investigação
O caso segue na Justiça após a prisão dos suspeitos. Familiares da adolescente afirmam que continuam pedindo justiça e dizem que a jovem “não será esquecida”.
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