Drones e imagens de satélite ajudam no mapeamento do locais afetados. Dos 469 municípios atingidos, 224 já foram mapeados com a ajuda da tecnologia.
O tenente-coronel da Defesa Civil do Rio Grande do Sul, Rafael Luft, diz que mapeamento vai ajudar no diagnóstico. “Nós vamos estabelecer esse diagnóstico, apontar quais foram as casas que foram destruídas, as escolas que foram destruídas, as creches, unidades básicas de saúde, enfim, toda a dimensão planificada dessa destruição se apresenta como um grande desafio para nós estabelecermos minimamente um tamanho do desastre que aconteceu no Rio Grande do Sul”, ressaltou à reportagem da TV Globo.
O ministro Paulo Pimenta destacou um programa do governo federal para reconstrução das casas de quem ganha até R$ 4,4 mil. “As prefeituras fazem um cadastro, as prefeituras destinam o terreno e o governo federal consegue o valor para compra do imóvel usado. Nós também requisitamos todos os imóveis que estavam para leilão na Caixa Federal e no Banco do Brasil, para fazerem parte desse programa. E vamos também adquirir os imóveis que a iniciativa privada está construindo que se enquadram nessa faixa de valor”. Pimenta está à frente da Secretaria Extraordinária de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul.
Governo do RS sancionou lei que institui plano de reconstrução do estado
Foi sancionada na sexta-feira (24) a lei que institui plano de reconstrução para o Rio Grande do Sul. O regulamento estabelece um fundo para atuação do governo em três eixos: ações emergenciais, ações de reconstrução e um conjunto de planos para o futuro do estado.
O governo afirmou que a lei vai garantir mais transparência às transferências de recursos. “É a partir desse fundo que vamos dirigir as ações de reconstrução do estado nas mais diversas frentes, seja no apoio à iniciativa privada, na reconstrução de moradia, na restauração da infraestrutura ou no auxílio aos municípios”, disse Eduardo Leite, durante o ato de sanção.


