JOHANESBURGO (Reuters) – O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, disse nesta segunda-feira que não há lugar para ameaças de violência ou instabilidade depois que a eleição da semana passada custou ao seu partido Congresso Nacional Africano (CNA) a maioria pela primeira vez.
O resultado, anunciado no domingo, foi o pior desempenho eleitoral para o CNA, o mais antigo movimento de libertação da África, que já foi liderado por Nelson Mandela, desde que chegou ao poder há 30 anos, pondo fim ao domínio da minoria branca.
Os eleitores frustrados com a falta de emprego, a desigualdade e os apagões de energia reduziram o apoio ao CNA para 40,2%, ante 57,5% na eleição parlamentar anterior em 2019.

