Essas medidas, embora “possam ser difíceis de suportar para o regime” do líder Kim Jong-Un, “transmitirão mensagens de luz e esperança ao Exército e aos cidadãos norte-coreanos”, assegurou Seul.
O Exército sul-coreano indicou neste domingo que seu vizinho estava “fazendo flutuar novamente (supostos) balões com lixo em direção ao Sul”, e aconselhou a população a informar as autoridades sobre qualquer balão e se abster de tocá-los.
No final de maio, Pyongyang enviou centenas destes objetos com sacolas cheias de resíduos, desde bitucas de cigarro até excrementos de animais.
Em 2 de junho, anunciou que pararia de fazê-lo, mas voltou a lançá-los no sábado, em resposta ao envio, por parte de ativistas sul-coreanos, de balões carregados com panfletos de propaganda contra o regime de Kim Jong-Un.
O Exército sul-coreano afirmou que a análise dos balões que chegaram no sábado “indica que não contêm substâncias prejudiciais à segurança”, detalhando que continham papéis e plásticos descartados.
– Risco de “conflito armado” –
O presidente sul-coreano, Yoon Suk Yeol, suspendeu completamente na terça-feira um acordo militar de distensão que assinou com a Coreia do Norte em 2018.





