Entrar
GS Notícias - Portal Gilberto Silva GS Notícias - Portal Gilberto Silva
aa
  • Página principal
  • Brasil
    BrasilMostre mais
    poliomielite:-como-sera-o-novo-esquema-vacinal-contra-a-doenca?
    Poliomielite: como será o novo esquema vacinal contra a doença?
    31/07/2026
    causas-da-tragedia-da-voepass:-como-funciona-a-investigacao-de-um-acidente-aereo?
    Causas da tragédia da Voepass: como funciona a investigação de um acidente aéreo?
    31/07/2026
    apos-caos,-governo-tarcisio-retoma-operacao-de-linhas-concedidas-para-a-trivia-trens
    Após caos, governo Tarcísio retoma operação de linhas concedidas para a Trivia Trens
    31/07/2026
    78a-reuniao-anual-da-sbpc-encerra-com-o-dia-da-familia-na-ciencia
    78ª Reunião Anual da SBPC encerra com o Dia da Família na Ciência
    31/07/2026
    fies:-pre-selecionados-tem-ate-terca-para-complementar-informacoes
    Fies: pré-selecionados têm até terça para complementar informações
    31/07/2026
  • No Mundo
  • No Tocantins
  • Atividade Parlamentar
    Atividade ParlamentarMostre mais
    Câmara Municipal de Araguaína dá início aos trabalhos legislativos de 2026
    10/02/2026
    Jorge Frederico defende direito do cidadão fazer prova da CNH também em carro automático
    29/01/2026
    camara-municipal-de-araguaina-aprova-projeto-de-max-fleury-sobre-uso-de-qr-code-em-obras-publicas
    Câmara Municipal De Araguaína Aprova Projeto De Max Fleury Sobre Uso De QR Code Em Obras Públicas
    04/09/2025
    Assembléia Legislativa emite nota sobre operação da PF
    03/09/2025
    projeto-de-lei-do-vereador-luciano-santana-cria-selo-lilas-em-araguaina-e-fortalece-o-enfrentamento-a-violencia-contra-a-mulher
    Projeto De Lei Do Vereador Luciano Santana Cria Selo Lilás Em Araguaína E Fortalece O Enfrentamento à Violência Contra A Mulher
    02/09/2025
  • Esportes
  • Viu isso?
    Viu isso?Mostre mais
    Vídeo – Revelado mais detalhes sobre o político que matou a ex-esposa no Pará
    06/06/2026
    Mulher é “engolida” por bueiro; câmeras mostram suspeitos mexendo na tampa horas antes
    02/06/2026
    IMPRESSIONANTE: Um filhote de cabra chama atenção, e vídeo viraliza nas redes sociais.
    23/05/2026
    Delegado fala sobre o resultado da Operação que revelou um suposto esquema de exploração sexual de crianças e adolescentes nos municípios de Marabá e Bom Jesus do Tocantins
    20/05/2026
    Saiba mais sobre o caso da patroa que agrediu a empregada por causa de um anel; vídeo
    10/05/2026
  • Vídeos
    VídeosMostre mais
    Gaguim ganha novo impulso na disputa ao Senado com apoio do governador Wanderlei Barbosa; vídeo
    29/07/2026
    Laurez diz que escolha de Silva Neto para vice representa compromisso com a moralização do Tocantins; assista
    21/07/2026
    Laurez Moreira resgata legado de Siqueira Campos em publicação de vídeo
    18/07/2026
    Vídeo: Piloto sobreviveu a queda do avião, mas o casal nao resistiu
    18/07/2026
    Assista – Carlos Gaguim destaca apoio de quase 80 prefeitos e reforça pré-candidatura ao Senado durante evento em Araguaína
    16/07/2026
  • Nosso Destaque
Leitura: Maior ataque a SP matou 500, destruiu famílias e fez 1/3 da população fugir há 100 anos
Compartilhar
aa
GS Notícias - Portal Gilberto Silva GS Notícias - Portal Gilberto Silva
  • Página principal
  • Brasil
  • No Mundo
  • No Tocantins
  • Atividade Parlamentar
  • Esportes
  • Viu isso?
  • Vídeos
  • Nosso Destaque
Buscar
  • Página principal
  • Brasil
  • No Mundo
  • No Tocantins
  • Atividade Parlamentar
  • Esportes
  • Viu isso?
  • Vídeos
  • Nosso Destaque
Siga-nos
  • Advertise
© 2020 Portal Gilberto Silva . Dj Ricardo Mousemix - Web Designer Company. All Rights Reserved.
Todas Postagens

Maior ataque a SP matou 500, destruiu famílias e fez 1/3 da população fugir há 100 anos

admin
Ultima atualização: 04/07/2024 às 06:02
Por admin
Compartilhar
11 leitura mínima
maior-ataque-a-sp-matou-500,-destruiu-familias-e-fez-1/3-da-populacao-fugir-ha-100-anos
 

As crianças da família Giani estavam brincando no quintal de casa, no Bom Retiro, quando a granada caiu. Com a explosão, não sobrou quase nada do corpo de Lúcia, de 12 anos. Pedro foi levado para a Santa Casa, mas morreu alguns dias depois. Os médicos precisaram amputar o pé de Vítor. A mãe das vítimas ainda amamentava filhas gêmeas e, quando seu leite secou pelo efeito psicológico da tragédia, as meninas também morreram.

Situações parecidas destroçaram outras famílias em vários outros bairros de São Paulo ao longo de julho de 1924, mês no qual a cidade foi tomada por uma rebelião de jovens oficiais do Exército contra o então presidente da República, Arthur Bernardes. A quartelada colocou a capital paulista sob cerco e a transformou no alvo de bombardeios indiscriminados das tropas leais ao governo federal.

Na contagem oficial, mais de 500 moradores, muitos deles imigrantes e de famílias humildes, acabariam morrendo no fogo cruzado. Os rebeldes, que exigiam reformas modernizadoras e democratizantes na base da bala, abandonaram a capital e acabariam se juntando a outras forças revoltosas no Rio Grande do Sul. Combinados, os dois grupos dariam origem à chamada Coluna Prestes, e parte de seus líderes enfim conseguiria derrubar o governo da República ao lado de Getúlio Vargas em 1930.

O bombardeio a São Paulo foi, em certo sentido, mais um sintoma de que as alianças políticas que tinham governado o Brasil desde o fim do Império, em 1889, tinham se tornado disfuncionais.

Publicidade
imagem do anúncio

Durante a maior parte desse período, o país tinha sido controlado pela chamada “política do café com leite”, uma aliança em que paulistas (representados pelo café) e mineiros (o leite) se revezavam na Presidência. O apoio da elite dos demais estados do país era obtido por meio da garantia de que o governo federal não meteria seu nariz na política estadual —inclusive na hora de garantir a lisura das eleições.

O resultado foi um sistema oligárquico, com eleições constantemente fraudadas para manter os suspeitos de sempre no poder nos estados e os mineiros e paulistas que eles apoiavam no Palácio do Catete (então a residência oficial dos presidentes da República, no Rio de Janeiro).

Rachaduras nesse edifício começaram a surgir entre o final dos anos 1910 e o começo dos anos 1920. Por um lado, a elite de alguns estados fora do eixo São Paulo-Minas (como o Rio Grande do Sul e a Bahia) começou a ficar descontente com o arranjo que lhes concedia poder apenas em nível local.

Por outro lado, alguns dos filhos da pequena classe média urbana, que entravam nas escolas de formação de oficiais das Forças Armadas enxergando nisso um caminho para a ascensão social, queriam mudanças.

Enxergavam os velhos conchavos da política como uma barreira para o seu progresso pessoal e para o avanço do país. As Forças Armadas, por outro lado, seriam um ambiente meritocrático e não corrompido, segundo o oficialato. E, como a própria República tinha sido criada basicamente graças a uma rebelião militar contra o Império, havia mais uma justificativa para que as Forças Armadas se vissem como tuteladoras do regime.

No começo dos anos 1920, essa insatisfação foi se catalisando em torno da figura do marechal Hermes da Fonseca, que já tinha sido presidente e era visto por parcela expressiva dos militares como alguém que poderia acabar com a hegemonia “café com leite” disputando as eleições novamente.

O marechal, porém, hesitou diante da possibilidade de voltar à política, e a chapa alternativa que tentou enfrentar os governistas no lugar dele também foi derrotada. Foi eleito para a Presidência o governador de Minas Gerais, Arthur Bernardes.

Aos 47 anos, era uma figura fria e sisuda. “Apreciava latim, a norma culta da língua portuguesa e a religião católica. Não apreciava senso de humor”, escreve o jornalista Rodrigo Vizeu em seu livro “Os Presidentes”.

O problema é que cartas atribuídas a Bernardes e publicadas na imprensa desancavam Hermes, chamando-o de “sargentão sem compostura”. Foi a deixa para que jovens oficiais, já descontentes com os rumos da política federal, tentassem impedir a posse do mineiro numa revolta que se apossou do Forte de Copacabana e outras instalações militares do Rio em julho de 1922.

Eles foram rapidamente derrotados, com poucas baixas de ambos os lados, mas alguns dos chamados “tenentes”, como ficariam conhecidos, sobreviveram à primeira revolta e começaram a planejar a seguinte. A justificativa vinha de medidas de Bernardes, que declarou estado de sítio e amordaçou a imprensa durante seu mandato.

O plano foi posto em prática exatos dois anos mais tarde, com liderança de figuras como Joaquim Távora e Eduardo Gomes, veteranos da revolta anterior, e de um general da reserva, o gaúcho Isidoro Dias Lopes. O grupo contava ainda com o apoio de oficiais da Força Pública paulista (ancestral da Polícia Militar de hoje).

São Paulo, como segunda maior cidade do país e centro industrial, era considerada estratégica pelos conspiradores. A cidade ainda estava longe de se tornar a megalópole de hoje. Somava cerca de 700 mil habitantes, dos quais mais de 200 mil fugiriam com a deflagração da revolta. Cerca de 20% dos moradores eram imigrantes, em especial italianos e espanhóis. A população se concentrava no atual centro e em bairros vizinhos, embora já houvesse núcleos em expansão nas atuais zona leste e zona sul, por exemplo.

Depois de se apossarem de quartéis do Exército e da Força Pública na madrugada de 5 de julho, os revoltosos (ou revolucionários, como se autodenominavam) conseguiram capturar o general Abílio de Noronha, comandante da Segunda Região. “Senhor general, esteja preso em nome da revolução vitoriosa”, declarou a ele o capitão Joaquim Távora. O grupo também tomou o controle da estação da Luz, crucial para a malha de transportes paulista.

O próximo passo foi o ataque ao Palácio dos Campos Elíseos, na época a sede do governo do estado. Forças legalistas resistiram, mas o governador Carlos de Campos acabou decidindo abandonar a cidade em 9 de julho.

Aparentemente vitoriosos, os rebeldes lançaram um manifesto à população, culpando o autoritarismo de Bernardes pela “revolução”. Ao mesmo tempo, porém, a cidade, isolada, já sofria com o desabastecimento, e começavam a ocorrer saques.

Em suas memórias, o jornalista Tito Batini conta que, embora precisassem de comida, ele e seus amigos se atrapalharam na hora de participar. “Não tínhamos recipientes para encher. Diabo! Falta de prática”, teria praguejado. Por fim, eles usaram os paletós como sacolas, dando nós nas mangas, além de encher os bolsos das calças e os chapéus com comida saqueada.

No dia 11, começaram os bombardeios contra São Paulo, sem que o Exército tentasse atacar de forma mais precisa os quartéis dos rebeldes. “Atirou-se a esmo”, reclamou até mesmo o general legalista Abílio de Noronha. “Uma bateria em posição com alça de 9.500 metros a abrir fogo sobre uma das mais belas praças de São Paulo, fogo este que absolutamente não poderia ser controlado por um posto de observação.”

A salvo do bombardeio, Carlos de Campos não parecia preocupado. “Estou certo de que São Paulo prefere ver destruída sua formosa capital antes que destruída a legalidade do Brasil”, declarou ele a Arthur Bernardes. Era o que o presidente queria ouvir. “Se São Paulo for destruída ao preço da conservação do império da lei, essa destruição está justificada”, disse ele.

Diante dessa intransigência, foram inúteis os apelos do arcebispo de São Paulo, dom Duarte Leopoldo, para que os bombardeios parassem, ou para que o abastecimento fosse retomado de alguma forma. Igrejas e cinemas passaram a abrigar a população que perdera suas casas ou que não tinha porões onde se esconder. Logo, porém, esses locais começaram a ser atingidos, com mais mortes de civis.

Após várias tentativas frustradas de negociação, combates nas ruas e bombardeios aéreos, os rebeldes enfim abandonaram a cidade na noite do dia 27 de julho (3.500 homens fugiram de trem).

Segundo o jornalista Pedro Dória, autor do livro “Tenentes: A Guerra Civil Brasileira”, parte do lado quixotesco das revoltas de 1922 e 1924, quando jovens oficiais se rebelaram mesmo sem apoio amplo do resto do Exército, pode ser atribuída ao fato de que o Brasil não participou dos combates na Primeira Guerra Mundial.

Ouvindo histórias de heroísmo e idealismo no confronto, os “tenentes” sentiam que teriam “perdido a vez” se não combatessem no Brasil. Grande parte deles acabaria se unindo a Getúlio Vargas no processo de tomada do poder. E alguns, bem mais tarde, também participariam do golpe militar de 1964.

 
 
 

admin 04/07/2024 04/07/2024
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegrama Link de cópia Imprimir
Compartilhar
artigo anterior ‘gilmarpalooza’-teve-caravana-de-ao-menos-30-deputados-e-senadores-paga-pelo-congresso ‘Gilmarpalooza’ teve caravana de ao menos 30 deputados e senadores paga pelo Congresso
Próximo artigo internacoes-sem-consentimento-aumentam-na-cracolandia,-em-meio-a-denuncias-de-agressoes Internações sem consentimento aumentam na cracolândia, em meio a denúncias de agressões

Eleições 2026

 
 
Câmara Municipal de Araguaína

Últimas notícias

poliomielite:-como-sera-o-novo-esquema-vacinal-contra-a-doenca?
Poliomielite: como será o novo esquema vacinal contra a doença?
Brasil 31/07/2026
causas-da-tragedia-da-voepass:-como-funciona-a-investigacao-de-um-acidente-aereo?
Causas da tragédia da Voepass: como funciona a investigação de um acidente aéreo?
Brasil 31/07/2026
apos-caos,-governo-tarcisio-retoma-operacao-de-linhas-concedidas-para-a-trivia-trens
Após caos, governo Tarcísio retoma operação de linhas concedidas para a Trivia Trens
Brasil 31/07/2026
ceuta-vive-emergencia-apos-entrada-de-ate-60-mil-migrantes-em-24-horas
Ceuta vive emergência após entrada de até 60 mil migrantes em 24 horas
No Mundo 31/07/2026
78a-reuniao-anual-da-sbpc-encerra-com-o-dia-da-familia-na-ciencia
78ª Reunião Anual da SBPC encerra com o Dia da Família na Ciência
Brasil 31/07/2026
fies:-pre-selecionados-tem-ate-terca-para-complementar-informacoes
Fies: pré-selecionados têm até terça para complementar informações
Brasil 31/07/2026
sp-registra-141-feminicidios-no-primeiro-semestre-e-chega-ao-patamar-mais-alto-da-serie-historica
SP registra 141 feminicídios no primeiro semestre e chega ao patamar mais alto da série histórica
Nosso Destaque 31/07/2026
GS Notícias - Portal Gilberto Silva GS Notícias - Portal Gilberto Silva
Siga-nos
Portal Gilberto Silva © 2023 Todos direitos reservados - Designer Gráfico - Ricardo Mousemix
Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta

Registro Perdeu sua senha?