“Tóquio me ensinou muitas coisas não só na carreira, mas na vida pessoal também, e não vejo a hora de tentar uma medalha de novo”, acrescentou.
Ex-aluna do Dante Alighieri, um dos únicos dois colégios de São Paulo com paridade com o ensino italiano, Pigossi contou sentir carinho pelo “Belpaese”, que vive uma fase de ouro no tênis, com Jannik Sinner – fora das Olimpíadas devido a uma amigdalite – na liderança do ranking mundial masculino e Jasmine Paolini em quinto lugar.
No entanto, a atleta acredita que as Olimpíadas podem contribuir para aumentar a visibilidade do esporte também no Brasil, país onde as atenções historicamente se concentram no futebol.
“O tênis ainda tem muito a crescer no Brasil. Acho que vem melhorando nos últimos anos, e com certeza a medalha [em Tóquio] colaborou. Estamos com vários jogadores bem ranqueados, o que também chama atenção, mas ainda somos o país do futebol”, declarou a tenista.
Pigossi não será a única ítalo-descendente defendendo as cores brasileiras em Paris. A lista inclui nomes como os nadadores Guilherme Basseto, Marcelo Chierighini e Stephanie Balduccini e os esgrimistas gaúchos Mariana Pistoia e Guilherme Toldo, ambos do florete, além de Nathalie Moellhausen, nascida em Milão, mas que compete pelo Brasil na espada há mais de 10 anos. (ANSA).


