Em um discurso no Congresso americano na quarta-feira, Netanyahu defendeu a guerra em Gaza e pediu aos Estados Unidos que continuem fornecendo ajuda militar.
A guerra em Gaza eclodiu em 7 de outubro, quando milicianos islamistas do Hamas mataram 1.197 pessoas, na maioria civis, e sequestraram 251 no sul de Israel, de acordo com uma contagem da AFP com base em dados oficiais israelenses.
O Exército israelense estima que 111 pessoas ainda estejam em cativeiro em Gaza, incluindo 39 que estariam mortas.
Em resposta, Israel prometeu destruir o Hamas, considerado uma organização “terrorista” por Estados Unidos, Israel e União Europeia, e lançou uma ofensiva que já matou pelo menos 39.175 pessoas em Gaza, também em sua maioria civis, segundo o Ministério da Saúde do território palestino.
O Exército realizou nesta quinta ataques na Cidade de Gaza e em Beit Lahia, no norte do território palestino, onde nove pessoas morreram, e em Al Bureij, no centro, deixando sete feridos, a maioria crianças, segundo fontes médicas.
As forças israelenses também continuaram as operações em Khan Yunis e Rafah, no sul.


