Entrar
GS Notícias - Portal Gilberto Silva GS Notícias - Portal Gilberto Silva
aa
  • Página principal
  • Brasil
    BrasilMostre mais
    confira-a-lista-de-pre-selecionados-para-o-fies-do-2o-semestre
    Confira a lista de pré-selecionados para o Fies do 2º semestre
    30/07/2026
    tarifas-dos-eua-sao-inconsistentes-com-regras-da-omc,-diz-brasil
    Tarifas dos EUA são inconsistentes com regras da OMC, diz Brasil
    30/07/2026
    pcdob-oficializa-apoio-a-candidatura-de-lula
    PCdoB oficializa apoio à candidatura de Lula
    30/07/2026
    quem-e-responsavel-por-morte-em-hospital-publico:-estado-ou-terceirizada?
    Quem é responsável por morte em hospital público: Estado ou terceirizada?
    30/07/2026
    anvisa-determina-apreensao-de-lote-de-mounjaro-falsificado
    Anvisa determina apreensão de lote de Mounjaro falsificado
    30/07/2026
  • No Mundo
  • No Tocantins
  • Atividade Parlamentar
    Atividade ParlamentarMostre mais
    Câmara Municipal de Araguaína dá início aos trabalhos legislativos de 2026
    10/02/2026
    Jorge Frederico defende direito do cidadão fazer prova da CNH também em carro automático
    29/01/2026
    camara-municipal-de-araguaina-aprova-projeto-de-max-fleury-sobre-uso-de-qr-code-em-obras-publicas
    Câmara Municipal De Araguaína Aprova Projeto De Max Fleury Sobre Uso De QR Code Em Obras Públicas
    04/09/2025
    Assembléia Legislativa emite nota sobre operação da PF
    03/09/2025
    projeto-de-lei-do-vereador-luciano-santana-cria-selo-lilas-em-araguaina-e-fortalece-o-enfrentamento-a-violencia-contra-a-mulher
    Projeto De Lei Do Vereador Luciano Santana Cria Selo Lilás Em Araguaína E Fortalece O Enfrentamento à Violência Contra A Mulher
    02/09/2025
  • Esportes
  • Viu isso?
    Viu isso?Mostre mais
    Vídeo – Revelado mais detalhes sobre o político que matou a ex-esposa no Pará
    06/06/2026
    Mulher é “engolida” por bueiro; câmeras mostram suspeitos mexendo na tampa horas antes
    02/06/2026
    IMPRESSIONANTE: Um filhote de cabra chama atenção, e vídeo viraliza nas redes sociais.
    23/05/2026
    Delegado fala sobre o resultado da Operação que revelou um suposto esquema de exploração sexual de crianças e adolescentes nos municípios de Marabá e Bom Jesus do Tocantins
    20/05/2026
    Saiba mais sobre o caso da patroa que agrediu a empregada por causa de um anel; vídeo
    10/05/2026
  • Vídeos
    VídeosMostre mais
    Gaguim ganha novo impulso na disputa ao Senado com apoio do governador Wanderlei Barbosa; vídeo
    29/07/2026
    Laurez diz que escolha de Silva Neto para vice representa compromisso com a moralização do Tocantins; assista
    21/07/2026
    Laurez Moreira resgata legado de Siqueira Campos em publicação de vídeo
    18/07/2026
    Vídeo: Piloto sobreviveu a queda do avião, mas o casal nao resistiu
    18/07/2026
    Assista – Carlos Gaguim destaca apoio de quase 80 prefeitos e reforça pré-candidatura ao Senado durante evento em Araguaína
    16/07/2026
  • Nosso Destaque
Leitura: 61 socos: caso no RN retrata escalada da violência contra mulheres
Compartilhar
aa
GS Notícias - Portal Gilberto Silva GS Notícias - Portal Gilberto Silva
  • Página principal
  • Brasil
  • No Mundo
  • No Tocantins
  • Atividade Parlamentar
  • Esportes
  • Viu isso?
  • Vídeos
  • Nosso Destaque
Buscar
  • Página principal
  • Brasil
  • No Mundo
  • No Tocantins
  • Atividade Parlamentar
  • Esportes
  • Viu isso?
  • Vídeos
  • Nosso Destaque
Siga-nos
  • Advertise
© 2020 Portal Gilberto Silva . Dj Ricardo Mousemix - Web Designer Company. All Rights Reserved.
Brasil

61 socos: caso no RN retrata escalada da violência contra mulheres

admin
Ultima atualização: 02/08/2025 às 10:19
Por admin
Compartilhar
10 leitura mínima
61-socos:-caso-no-rn-retrata-escalada-da-violencia-contra-mulheres
61 socos: caso no RN retrata escalada da violência contra mulheres
 

Os 61 socos desferidos contra Juliana Garcia, na cidade de Natal (RN), no último sábado (26), chocaram o Brasil diante da violência flagrada por uma câmera no elevador do prédio. O autor do crime, o namorado dela, Igor Cabral, foi preso em flagrante. O episódio, que chamou atenção de todo o país, traz à tona a escalada da violência no país contra a mulher: tanto pelo que é registrado, como no caso de Juliana, como também pelos aspectos subjetivos que não são possíveis de contabilizar. 

+ Conteúdos
Quatro mulheres mortas por diaDenúnciasComo denunciar

Um dos motivos pelo qual o crime chamou atenção foram os repetidos golpes no rosto da vítima, que se encontrava indefesa e caída no chão do elevador. Segundo especialistas ouvidas pela Agência Brasil, o ato carrega um simbolismo ancorado na cultura machista. “Agressores normalmente atacam o feminino do corpo humano, (incluindo) rosto, seios e ventre como um recado de que aquele corpo pertence a eles”, afirma a promotora de Justiça do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), Valéria Scarance. Ela destaca que agressores praticam atos de violência imbuídos de um sentimento de posse e superioridade em relação às mulheres.

A antropóloga Analba Brazão, que é educadora do SOS Corpo – Instituto Feminista para a Democracia, considera que esses ataques contra a mulher em regiões como o rosto têm como objetivo desfigurar a vítima.

“Atingir o rosto também demonstra poder. Ele quer aniquilar aquela mulher e deixar visível a sua marca”, lamenta.

Publicidade
imagem do anúncio

Essas violências no corpo da mulher e na expressão do feminino têm uma simbologia marcante, conforme aponta Télia Negrão, pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). É o que acontece quando criminosos mutilam, por exemplo, os seios ou a região genitais. “Há até chutes na área da barriga da mulher como forma de destruir a sua capacidade reprodutiva posterior”, diz Télia, que faz parte do Levante Feminista contra o Feminicídio e Transfeminicídio.

Quatro mulheres mortas por dia

De acordo com o último Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado na semana passada, houve novo aumento no número de feminicídios, que chegou a 1.492 casos em 2024. O número representa quatro mortes de mulheres por dia. É a maior quantidade desse tipo de crime desde 2015, início da série histórica. Segundo o levantamento, 63,6% das vítimas eram negras. Além disso, 70,5% tinham entre 18 e 44 anos e oito em cada dez foram mortas por companheiros ou ex-companheiros. Os feminicídios dentro de casa são maioria (64,3%).

Já os casos de tentativa de feminicídio, como o ocorrido com Juliana, em Natal, foram 3870 no ano passado, 19% a mais do que no ano anterior. As agressões registradas contra mulheres foram de 256.584 casos (em 2023) para 257.659 (no ano passado).

Para a promotora Valéria Scarance, do MP-SP, desde a Lei Maria da Penha instaurou-se um “novo tempo” no Brasil, em que a violência contra mulheres deixou o âmbito privado e ganhou domínio público. “Antes, era comum que as pessoas não se manifestassem diante de uma ‘briga de casal’. Mas, hoje, a sociedade está atenta a essas violências, inclusive as que eram consideradas menos graves”, contextualiza.

Ao mesmo tempo em que a legislação brasileira é considerada uma das melhores do mundo no combate ao feminicídio, as pesquisadoras apontam que discursos de misoginia, até mesmo de autoridades públicas, cresceram com a ascensão de partidos da extrema direita no mundo, incluindo o Brasil. Valéria Scarance analisa que o aumento da violência contra as mulheres seria uma espécie de reação da estrutura machista da sociedade ao empoderamento e ao fortalecimento das mulheres – o que ela chama de fenômeno “backlash ou retaliação”. A antropóloga Analba Brazão vê um movimento antifeminista na sociedade em prol de um machismo estrutural que relega as mulheres a um papel secundário.

A promotora Valéria Scarance, que também é pesquisadora da temática de gênero, violência contra mulheres e feminicídio, explica que, no âmbito íntimo, as violências mais severas acontecem quando há o término da relação ou quando a vítima não atende às ordens ou desejos do agressor.  “Esses homens são ao mesmo tempo egocêntricos e inseguros porque qualquer conduta da vítima –  passar batom, usar roupas novas, trabalhar, ter amigas, sorrir – pode ser interpretada por eles como um ato de desrespeito ou traição”, exemplifica. A promotora contextualiza que, no início, as agressões ocorrem em locais pouco visíveis. “Mas à medida que a violência evolui, agressores dão socos no rosto, chutes no corpo, puxam os cabelos, apertam o pescoço das vítimas”.

Um dos dados divulgados no Anuário Brasileiro de Segurança Pública exemplifica os desafios para garantir a segurança das mulheres brasileiras: ao menos 121 vítimas foram mortas em 2023 e 2024 enquanto estavam sob medidas protetivas de urgência ativa.

“A cada 15 segundos, uma mulher está sendo espancada no Brasil. E normalmente não há câmeras como o caso que foi flagrado em Natal. Acontece em áreas isoladas dentro de casa”, diz Analba Brazão, que defende serem necessárias mais políticas públicas para estimular novas denúncias. “Muitos casos não são notificados. A gente precisa saber, por exemplo, quantos órfãos do feminicídio existem”, afirma a pesquisadora, que atua no Recife (PE).  “Nesta semana, aqui em Pernambuco, uma manicure foi assassinada a facadas, também no rosto e em outras partes do corpo. Ela estava com medida protetiva de urgência”, lamenta. 

Télia Negrão entende que são necessárias políticas públicas mais profundas que consigam promover uma mudança cultural. “Nós temos julgamentos que têm elevado as punições devido aos agravantes. E, no entanto, nós não temos uma redução dos feminicídios ou da violência. Nós precisamos de mudança cultural”, acredita a pesquisadora que atua no Rio Grande do Sul.

Denúncias

Pesquisadora em direito penal e coordenadora da Quilombo, organização do movimento negro no Rio Grande do Norte, Dalvaci Neves conta que mais de mil mulheres foram vítimas de feminicídio no Rio Grande do Norte, entre 2013 e 2023 – 80% eram  negras. “É um retrato do nosso quadro social, do racismo e do machismo que nós, mulheres negras, enfrentamos”. De acordo com ela, no estado, existem apenas 12 delegacias especializadas para atendimento das mulheres em mais de 160 municípios. “Há muitas mulheres no interior e sem acesso para fazerem denúncia”.

A falta de delegacias especializadas não é um problema apenas do Rio Grande do Norte. Em todo o país, segundo levantamento do Ministério da Justiça e da Segurança Pública divulgado neste ano, há apenas 488 delegacias especializadas, sendo que apenas 204 delas atendem exclusivamente mulheres. Desse total, 46,4% estão no Sudeste.

Ainda no campo das políticas públicas, a pesquisadora defende ser necessário mais discussão sobre violência de gênero nas escolas.  “O Plano Nacional de Educação vai ser votado agora [no Congresso Nacional]. Precisamos ter uma educação de combate ao racismo, e que também discuta gênero. Mas nós temos ainda muitos parlamentares que não querem que esse tema seja incluído”, aponta.

Dalvaci recomenda que as mulheres que sejam vítimas prestem queixa, mesmo em casos aparentemente menos graves como desrespeitos e xingamentos, que configuram violência psicológica. Ela ressalta ainda a importância de que as pessoas não silenciem quando forem testemunhas de violência. “Dessa forma, podemos evitar um feminicídio no futuro”, afirma.

Como denunciar

Se a mulher é vítima da violência ou se uma testemunha presenciar algum tipo de agressão, pode denunciar pela Central de Atendimento à Mulher, o Ligue 180, que funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. O  serviço gratuito e acessível em todo o país.  

Por esse canal, é possível receber orientação sobre leis, direitos e serviços da rede de atendimento, como a Casa da Mulher Brasileira, os centros de referências, as delegacias de atendimento à mulher (Deam), as defensorias públicas e os núcleos integrados de atendimento às mulheres.

O Ligue 180 faz o registro e encaminhamento de denúncias aos órgãos. É possível fazer a ligação de qualquer lugar do Brasil ou acionar o canal via chat no Whatsapp (61) 9610-0180. 

Em casos de emergência, a orientação é acionar imediatamente a Polícia Militar pelo número 190, em todo o Brasil. 

Outro caminho disponível é via Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos pelo canal do WhatsApp (61)99656-5008. Funciona 24 horas para denunciar qualquer tipo de violência.

 
 
 

admin 02/08/2025 02/08/2025
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegrama Link de cópia Imprimir
Compartilhar
artigo anterior viagem-do-trem-do-forro-tera-animacao-da-central-do-brasil-a-caxias Viagem do Trem do Forró terá animação da Central do Brasil a Caxias
Próximo artigo brasil-e-superado-pela-polonia-e-disputa-bronze-com-eslovenia Brasil é superado pela Polônia e disputa bronze com Eslovênia

Eleições 2026

 
 
Câmara Municipal de Araguaína

Últimas notícias

delegado-da-policia-civil-tem-arma-apreendida-apos-disparo-em-palmas
Delegado da Polícia Civil tem arma apreendida após disparo em Palmas
No Tocantins 31/07/2026
-to-de-30-de-julho-de
-TO de 30 de julho de
No Tocantins 31/07/2026
projeto-amplia-base-de-calculo-do-repasse-do-fundef-a-professores
Projeto amplia base de cálculo do repasse do Fundef a professores
Nosso Destaque 31/07/2026
deu-ghost?-sao-estes-os-signos-que-tem-fama-de-“desaparecer-do-nada”
Deu ghost? São estes os signos que têm fama de “desaparecer do nada”
Nosso Destaque 30/07/2026
netflix-e-processada-em-us$-105-milhoes-por-furto-de-filme-com-nicolas-cage
Netflix é processada em US$ 105 milhões por furto de filme com Nicolas Cage
Nosso Destaque 30/07/2026
governo-paraguaio-convoca-embaixador-do-brasil
Governo paraguaio convoca embaixador do Brasil
No Mundo 30/07/2026
ira-ataca-duas-bases-militares-dos-eua,-destroi-tres-jatos-e-deixa-mortos
Irã ataca duas bases militares dos EUA, destrói três jatos e deixa mortos
No Mundo 30/07/2026
GS Notícias - Portal Gilberto Silva GS Notícias - Portal Gilberto Silva
Siga-nos
Portal Gilberto Silva © 2023 Todos direitos reservados - Designer Gráfico - Ricardo Mousemix
Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta

Registro Perdeu sua senha?