Entrar
GS Notícias - Portal Gilberto Silva GS Notícias - Portal Gilberto Silva
aa
  • Página principal
  • Brasil
    BrasilMostre mais
    lula-defende-soberania-do-brasil-em-pronunciamento-pelo-7-de-setembro
    Lula defende soberania do Brasil em pronunciamento pelo 7 de setembro
    07/09/2026
    veja-como-foi-o-fim-de-semana-(5-e-6)-dos-candidatos-a-presidente
    Veja como foi o fim de semana (5 e 6) dos candidatos a presidente
    07/09/2026
    ibge-disponibiliza-a-partir-de-amanha-mapas-mundi-ineditos
    IBGE disponibiliza a partir de amanhã mapas-múndi inéditos
    07/09/2026
    ibge-disponibiliza-a-partir-de-amanha-mapas-mundi-recentes
    IBGE disponibiliza a partir de amanhã mapas-múndi recentes
    06/09/2026
    sao-paulo-tem-mais-de-58-mil-casos-de-dengue-desde-o-inicio-do-ano
    São Paulo tem mais de 58 mil casos de dengue desde o início do ano
    06/09/2026
  • No Mundo
  • No Tocantins
  • Atividade Parlamentar
    Atividade ParlamentarMostre mais
    camara-de-araguaina-promove-oficinas-de-processo-legislativo-para-servidores
    Câmara de Araguaína promove oficinas de Processo Legislativo para servidores
    06/09/2026
    camara-de-araguaina-homenageia-cardiologista-com-mais-de-20-mil-procedimentos-realizados
    Câmara de Araguaína homenageia cardiologista com mais de 20 mil procedimentos realizados
    06/09/2026
    na-quarta-feira,-camara-de-araguaina-aprova-agencia-reguladora-e-entrega-mocoes-de-reconhecimento
    Na quarta-feira, Câmara de Araguaína aprova Agência Reguladora e entrega moções de reconhecimento
    06/09/2026
    terciliano-gomes-reassume-mandato-de-vereador-na-camara-municipal-de-araguaina
    Terciliano Gomes reassume mandato de vereador na Câmara Municipal de Araguaína
    06/09/2026
    camara-de-araguaina-aprecia-projetos-voltados-a-educacao,-inclusao-social-e-valorizacao-do-servidor-em-sessao-ordinaria
    Câmara de Araguaína aprecia projetos voltados à educação, inclusão social e valorização do servidor em sessão ordinária
    06/09/2026
  • Esportes
  • Viu isso?
    Viu isso?Mostre mais
    Vídeo – Revelado mais detalhes sobre o político que matou a ex-esposa no Pará
    06/06/2026
    Mulher é “engolida” por bueiro; câmeras mostram suspeitos mexendo na tampa horas antes
    02/06/2026
    IMPRESSIONANTE: Um filhote de cabra chama atenção, e vídeo viraliza nas redes sociais.
    23/05/2026
    Delegado fala sobre o resultado da Operação que revelou um suposto esquema de exploração sexual de crianças e adolescentes nos municípios de Marabá e Bom Jesus do Tocantins
    20/05/2026
    Saiba mais sobre o caso da patroa que agrediu a empregada por causa de um anel; vídeo
    10/05/2026
  • Vídeos
    VídeosMostre mais
    Eduardo Siqueira e Gaguim apontam Alfredo Júnior como grande revelação na disputa pela Câmara Federal
    01/09/2026
    Gaguim usa redes para agradecer apoio da população à sua candidatura ao Senado
    26/08/2026
    Em vídeo, Gaguim afirma que registro de candidatura está regular e documentação foi apresentada à Justiça Eleitoral
    24/08/2026
    Jorge Frederico destaca força da convenção e afirma que Tocantins abraçou o projeto político; confira no vídeo
    06/08/2026
    Alexandre Guimarães se destaca como único candidato ao Senado na chapa de Vicentinho; confira no vídeo alguns momentos
    06/08/2026
  • Nosso Destaque
Leitura: Ações afirmativas mudaram “cara da universidade no Brasil”, diz estudo
Compartilhar
aa
GS Notícias - Portal Gilberto Silva GS Notícias - Portal Gilberto Silva
  • Página principal
  • Brasil
  • No Mundo
  • No Tocantins
  • Atividade Parlamentar
  • Esportes
  • Viu isso?
  • Vídeos
  • Nosso Destaque
Buscar
  • Página principal
  • Brasil
  • No Mundo
  • No Tocantins
  • Atividade Parlamentar
  • Esportes
  • Viu isso?
  • Vídeos
  • Nosso Destaque
Siga-nos
  • Advertise
© 2020 Portal Gilberto Silva . Dj Ricardo Mousemix - Web Designer Company. All Rights Reserved.
Brasil

Ações afirmativas mudaram “cara da universidade no Brasil”, diz estudo

admin
Ultima atualização: 17/06/2025 às 11:19
Por admin
Compartilhar
13 leitura mínima
acoes-afirmativas-mudaram-“cara-da-universidade-no-brasil”,-diz-estudo
Ações afirmativas mudaram “cara da universidade no Brasil”, diz estudo
 

País com 112,7 milhões de pessoas pretas e pardas, os negros, que são 55,2% da população, e de 0,8% de indígenas, mais 1,6 milhão, o Brasil custou a ver reconhecida, entre os rostos dos estudantes universitários, a sua diversidade etnorracial. Mas nos últimos 20 anos, as ações afirmativas mudaram o perfil da universidade brasileira para corrigir uma limitação e transformar positivamente os espaços responsáveis pelo conhecimento e pela formação de novas gerações, na avaliação dos sociólogos Luiz Augusto Campos e Márcia Lima.

Campos e Márcia são os organizadores do livro “Impacto das Cotas: duas décadas de ação afirmativa no ensino superior brasileiro“, que faz um balanço detalhado da política e aponta desafios, como a permanência dos estudantes nas instituições.

Na obra, eles reuniram 35 artigos que revisam a política desde os primórdios, quando o então deputado Abdias Nascimento, em 1987, ao voltar do exílio nos Estados Unidos, apresenta um projeto de lei para aplicar ação afirmativa na educação.

Rio de Janeiro - Luiz Augusto Campos, do Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa da UERJ, participa de evento do Fórum Permanente Pela Igualdade Racial (Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Publicidade
imagem do anúncio

Luiz Augusto Campos, do Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa da Uerj, participa de evento do Fórum Permanente Pela Igualdade Racial – Foto Tânia Rêgo/Agência Brasil

De lá para cá, o país viu um setor dominado por jovens brancos, de classes média e alta, até o final dos anos 1990, incluir uma maioria de estudantes pretos, pardos e indígenas, que chegaram a 52,4% dos matriculados nas universidades públicas, em 2021, frente aos 31,5% em 2001. No mesmo período, a presença de alunos das classes D e E saltou de 20% para 52%, evidenciando a dimensão econômica da mudança.

Esses avanços são esmiuçados no livro. Os pesquisadores mostram que a política de cotas transformou um dos espaços mais elitizados da sociedade brasileira, a universidade, democratizando seu acesso e redefinindo sua função social.

No prefácio da obra, Nilma Lino Gomes, professora e primeira mulher negra a comandar uma universidade brasileira, lembrou que a política confrontou o Congresso Nacional e setores conservadores da sociedade, até a aprovação da Lei 12.711, em 2012, com respaldo do Supremo Tribunal Federal.

A partir de então, observou Lino, “elas não apenas ampliaram o acesso à universidade, como provocaram mudanças nas práticas pedagógicas e curriculares, desestabilizando estruturas excludentes no sistema educacional”, afirmou a educadora.

“Após a adoção das ações afirmativas, em especial na modalidade cotas, as instituições federais de educação superior passaram a se posicionar mais firmemente diante das desigualdades – não apenas em discursos, mas em práticas concretas na gestão acadêmica, nos currículos, nas políticas de permanência, na criação de Pró-reitorias de Ações Afirmativas, nos critérios de distribuição de recursos, nas normas disciplinares, na pesquisa, na extensão, na internacionalização, no combate a violações de direitos, no enfrentamento do racismo, da LGBTfobia e do machismo”, disse.

A Lei 12.711, de 2012, conhecida como Lei de Cotas, estabeleceu a destinação de metade das vagas das instituições de ensino federal a alunos da rede pública, a partir do perfil etnorracial e socioeconômico. A lei foi atualizada em 2023, reforçando a prioridade dos cotistas para receber auxílios fundamentais para a permanência nas universidades, como bolsas e moradia, que podem ajuda-los a se manter.

O livro resgata ainda, de forma transversal, o papel da sociedade civil na adoção da medida. Além de citar Abdias, ativista dos direitos humanos, lembra a Marcha Zumbi dos Palmares, na década de 1990, e a Conferência Mundial das Nações Unidas (ONU) contra o Racismo, a Discriminação Racial, a Xenofobia e Intolerância, na África do Sul, em 2001. Pela ótica das universidades privadas, cita o papel de impacto do Programa Universidade para Todos (Prouni), em 2005, que concedeu bolsas de graduação em troca de benefícios fiscais e contribuiu para a mudança no perfil do estudante.

Mitos que marcaram o início da política, como o alegado baixo desempenho dos cotistas, que rebaixaria o nível das universidades, também são retomados e refutados. Os textos mostram que, embora cotistas possam ingressar com notas ligeiramente menores no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o desempenho deles é igual ao dos demais alunos. A performance foi medida por notas semestrais. “Diferentes medidas mostram que cotistas e não cotistas tendem a ter desempenho universitário muito similar, bem como taxas próximas de evasão.”, afirmam Luiz Augusto e Márcia Lima.

A pesquisa também faz um mapeamento detalhado da adoção das cotas na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), que foi pioneira, na Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

A obra é fruto da colaboração entre oito centros de pesquisa espalhados pelo país, sob a coordenação do Afro Cebrap e do Grupo de Estudos Multidisciplinar da Ação Afirmativa (Gemaa), vinculado à Uerj — a primeira a adotar sistema de cotas para ingresso de estudantes.

Lei abaixo os principais trechos da entrevista.

Agência Brasil – Qual o valor da diversidade nas universidades? Por que ela é importante? Em termos éticos e materiais?

Márcia Lima – Formar pessoas e produzir conhecimento são objetivos cruciais da universidade. Nesse sentido, a diversidade contribui de forma inequívoca para agregar qualidade ao conhecimento científico. Diversidade também diz respeito à justiça social e equidade. Instituições de ensino, em especial instituições públicas, têm o dever de garantir acesso a diferentes grupos. O grande impacto das cotas é a transformação dos espaços responsáveis pelo conhecimento e pela formação das novas gerações.

Agência Brasil – Em entrevista à Folha de S. Paulo, Luiz Augusto Campos teria dito que a universidade pública está “à deriva”, sofrendo com o abandono das elites e das classes populares Isso ocorre porque o grosso da elite não está mais nas universidades públicas?

Luiz Augusto Campos –  Para a Folha, tentei deixar claro que é mito a ideia de que as elites não dependem mais da universidade pública. O grosso das elites brasileiras não têm recursos para pagar as caras universidades estrangeiras e, por isso, ainda recorrem à universidade pública e gratuita para obter diplomas e reproduzir seu estatuto de classe. O que mudou nesse quesito é que essa elite não vê mais a universidade pública como sua propriedade exclusiva, em grande medida por conta do advento das cotas e, por isso, não está mais disposta a defendê-la como antes. Ao mesmo tempo, ainda que a inclusão tenha aumentado, a maior parte das classes populares permanece fora da universidade pública que, por isso, fica sem defesa no debate político.

Agência Brasil – Neste momento da política de cotas, em que pesquisadores sugerem ações de apoio à permanência, diante do contingenciamento de recursos das federais, a política de cotas ainda é sustentável, capaz de promover mudanças?

Márcia Lima – A política de permanência [nas universidades] foi esvaziada no governo anterior e tem sido retomada – ainda que com limitações orçamentárias – na gestão atual. Mesmo com esse desafio, a política de cotas já tem promovido enorme transformação no perfil discente e docente das universidades. A ausência de investimento afeta toda e qualquer política educacional. Não seria diferente com as ações afirmativas. É importante lembrar o que aconteceu nas gestões de Michel Temer e Jair Bolsonaro. Assim como em outras políticas, coube ao atual governo recomeçar e revisar a lei. A nova lei de cotas procura avançar nas limitações identificadas no estudo.

Agência Brasil – Por que é necessário defender as cotas, diante de racismo no mercado, no qual pessoas negras ainda ganham menos e estão em menos postos de comando?

Luiz Augusto Campos – É falso dizer que a ascensão social pela educação é um mito. A rigor, a maior parte dos estudos de mobilidade social mostra que a ascensão social vem, em grande medida, da educação em geral e, mais especificamente, da educação superior. É claro que a expansão do número de pessoas com ensino superior reduz, com o tempo, o valor do diploma, mas esse estrato da população ainda é pequeno no Brasil, menos por exemplo do que em países similares como Chile, Estados Unidos e Coreia do Sul. Isso não exclui, contudo, a persistência do racismo no mercado de trabalho, mesmo quando olhamos as oportunidades sociais de negros diplomados. Daí a importância de combinarmos ações afirmativas na educação superior e no mercado de trabalho.

Agência Brasil – A doutora Cida Bento, diretora do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades e uma das pensadoras sobre o racismo no Brasil, também levanta o conceito do Pacto Narcísico da Branquitude. As cotas conseguem romper esse pacto, em algum momento?

Márcia Lima – A diversidade racial das universidades brasileiras, sem dúvida, colocou em xeque e expôs a imensa desigualdade racial no acesso ao ensino superior. A chegada de um público mais diverso social e racialmente impactou o debate público sobre o papel da universidade, ampliou temas de pesquisa. Em algumas áreas de conhecimento vemos um questionamento crescente sobre a ausência de autoras e autores negros. Portanto, a universidade deixou de ser um espaço majoritariamente branco onde esse pacto era constantemente validado.

Agência Brasil – Qual a chance de o desconforto criado pelas cotas nas universidades despertarem um debate racial real sobre o racismo na construção do Estado brasileiro e os benefícios e a herança que proporcionou à população branca no Brasil?

Luiz Augusto Campos – As cotas já remodelaram o debate sobre raça no Brasil. Antes delas, na década de 1990, o tema era um tabu. O Brasil era encarado como uma democracia racial, livre de racismo e com uma população totalmente mestiça. Hoje, o cenário é outro. O racismo é objeto de debates e todos os círculos sociais e as políticas públicas antirracistas são uma realidade. Isso não foi suficiente, porém, para evitar retrocesso. À direita e à esquerda do espectro político, emergiu a crítica ao chamado “identitarismo”, conceito pouco claro, mas que vem sendo usado para limitar as conquistas recentes. A ideia de meritocracia também continua forte, seja pela valorização dos privilégios herdados de uma elite branca, seja pela difusão desse discurso pelos chamados novos empreendedores. De todo modo, cabe ao futuro e à luta política determinarem se esse debate irá ou não se aprofundar.

 
 
 

admin 17/06/2025 17/06/2025
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegrama Link de cópia Imprimir
Compartilhar
artigo anterior nove-estados-registraram-mais-de-41-mil-crimes-ambientais-em-dois-anos Nove estados registraram mais de 41 mil crimes ambientais em dois anos
Próximo artigo justica-pede-prisao-de-envolvidos-na-morte-de-policial-civil Justiça pede prisão de envolvidos na morte de policial civil

Eleições 2026

 
 
Câmara Municipal de Araguaína

Últimas notícias

chefinhos-de-taquarucu-reune-criancas-em-experiencia-gastronomica-no-cozinha-show
Chefinhos de Taquaruçu reúne crianças em experiência gastronômica no Cozinha Show
No Tocantins 07/09/2026
3-palavrinhas-e-dorgival-dantas-encerram-o-festival-gastronomico-de-taquarucu-2026
3 Palavrinhas e Dorgival Dantas encerram o Festival Gastronômico de Taquaruçu 2026
No Tocantins 07/09/2026
antonelli-sai-do-19o-lugar-para-conquistar-vitoria-epica-no-gp-da-italia
Antonelli sai do 19º lugar para conquistar vitória épica no GP da Itália
Nosso Destaque 07/09/2026
famosos-que-cumpriram-servico-militar:-brasileiros-ate-seguiram-carreira-nas-forcas-armadas
Famosos que cumpriram serviço militar: Brasileiros até seguiram carreira nas Forças Armadas
Nosso Destaque 07/09/2026
lula-defende-soberania-do-brasil-em-pronunciamento-pelo-7-de-setembro
Lula defende soberania do Brasil em pronunciamento pelo 7 de setembro
Brasil 07/09/2026
veja-como-foi-o-fim-de-semana-(5-e-6)-dos-candidatos-a-presidente
Veja como foi o fim de semana (5 e 6) dos candidatos a presidente
Brasil 07/09/2026
ibge-disponibiliza-a-partir-de-amanha-mapas-mundi-ineditos
IBGE disponibiliza a partir de amanhã mapas-múndi inéditos
Brasil 07/09/2026
GS Notícias - Portal Gilberto Silva GS Notícias - Portal Gilberto Silva
Siga-nos
Portal Gilberto Silva © 2023 Todos direitos reservados - Designer Gráfico - Ricardo Mousemix
Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta

Registro Perdeu sua senha?