Militares e fazendeiro estão entre alvos de operação contra roubo de defensivos agrícolas no TO e BA
Segundo o Gaeco, a organização era estruturada em núcleos que atuavam na articulação, na logística e na execução dos crimes, além da segurança e escolta do caminhão-baú utilizado nas ações.
O Gaeco do Tocantins cumpriu mandados de busca nesta quinta-feira (27) contra suspeitos de roubo de defensivos agrícolas. A ação ocorreu no DF, GO e BA.
Entre os alvos estão 2 policiais militares da Bahia e 1 fazendeiro. Os policiais faziam escolta armada e o produtor ocultava os produtos roubados.
As investigações identificaram a atuação do grupo criminoso em 2025 e no primeiro semestre de 2026. A operação contou com apoio de forças de segurança estaduais.
Operação foi realizada nesta quinta-feira (27) — Foto: Divulgação/Gaeco
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Tocantins cumpriu mandados de busca e apreensão nas cidades de Brasília (DF), Luziânia (GO), Luís Eduardo Magalhães (BA) e Barreiras (BA), nesta quinta-feira (27). Os alvos são suspeitos de integrar uma organização criminosa especializada no roubo de defensivos agrícolas (agrotóxicos). A ação faz parte da Operação Harvest.
Conforme o Ministério Público do Tocantins (MPTO), entre os integrantes da organização estão dois policiais militares da Bahia e um fazendeiro de Barreiras, suspeitos de envolvimento em roubos praticados principalmente em propriedades rurais do Tocantins e da Bahia.
De acordo com o Gaeco, a organização era estruturada em núcleos que atuavam na articulação, na logística e na execução dos crimes, além da segurança e da escolta do caminhão-baú utilizado nas ações.
Os militares atuavam na escolta armada para evitar abordagens por outras forças de segurança e garantir o trânsito seguro dos produtos roubados. Já o fazendeiro de Barreiras utilizava sua propriedade para ocultar os produtos roubados até a revenda ilícita.
Os nomes dos envolvidos não foram divulgados, por esse motivo, o g1 não localizou as defesas. A reportagem procurou a Polícia Militar da Bahia, mas, até a última atualização desta reportagem, não havia se manifestado.
Agora no g1
O Gaeco informou que identificou a atuação do grupo em 2025 e no primeiro semestre de 2026. Além dos defensivos agrícolas, também eram subtraídos outros bens de valor encontrados nas propriedades.
A operação contou com o apoio de forças de segurança e setores de inteligência de Goiás, Tocantins e Bahia, além dos Gaecos dos dois estados e de unidades especializadas das polícias militares.
Ops!





