Anteriormente, Trump podia ser suspenso de ambas as redes caso publicasse “conteúdo violador”, ainda que de baixo impacto. Segundo as regras da empresa para o republicano, a suspensão variava entre um mês e dois anos, dependendo da gravidade da violação.
Agora, a Meta retirou as penalidades mais severas devido à campanha eleitoral deste ano. “Ao avaliar nossa responsabilidade de permitir a expressão política, acreditamos que o povo americano deve ouvir os indicados à Presidência na mesma base”, escreveu Nick Clegg.
“Como resultado, o ex-presidente Trump, como indicado do Partido Republicano, não estará mais sujeito às penalidades de suspensão aumentadas. Todos os candidatos permanecem sujeitos aos mesmos Padrões da Comunidade que todos os usuários do Facebook e do Instagram”, completou.
A Meta não foi a única empresa a suspender Trump de suas plataformas após o ocorrido em 6 de janeiro de 2021. O YouTube (que pertence ao Google) e o Twitter (agora conhecido como X) também desativaram os perfis do ex-presidente.
Atualmente, assim como nas redes da Meta, Trump já está autorizado a publicar tanto no YouTube como no X.
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