A Rússia, assistiu à distância a concordância dos membros do G7 quanto ao emprego por Kiev dos juros do dinheiro congelado das suas instituições financeiras e empresários.
Os EUA confirmaram a liberação de 5 bilhões de dólares à Ucrânia. Noticiou-se, ainda, um acordo de financiamento entre EUA e Ucrânia, muito semelhante ao celebrado com Israel.
Atenção: se Trump vencer as eleições de novembro , poderá rescindir o acordo. Da mesma forma como fez com o Irã e em acordo assinado pelo então presidente Barak Obama.
Constou dever à Rússia cessar as agressões e indenizar os prejuízos materiais suportados pela Ucrânia. Até a torcida do Flamengo sabe quando isso ocorrerá: nunca.
Quanto ao Irã, a reprovação ficou por conta da sua política de sustentação às organizações terrorista. E contra as violações aos direitos humanos. A Israel, foi recomendado não invadir Rafah e cessar ações bélicas a atingir os civis palestinos.
Proteção à comunidade LGTB + não foi esquecida. E, também, respeito à identidade de gênero. A questão dos imigrantes, que tanto preocupa a Europa, restou foçada sob o prisma da busca das suas causas, para melhorar a prevenção.


