“A prisão, nesta quinta-feira (16), do presidente do BRB agrava a situação”, afirmou.
Segundo ele, “o governador Wanderlei Barbosa trocou o Banco do Brasil pelo BRB como instituição responsável pela folha de pagamento do Estado”.
“A transferência é, no mínimo, polêmica”, criticou Laurez.
O negócio que envolveu a compra da folha de pagamento pelo BRB foi realizado com dispensa de licitação.
A mudança bancária ocorreu quando a instituição financeira brasiliense tinha apenas uma agência no Tocantins, localizada em Palmas.
Disse ainda que o BRB tentou adquirir o Master em uma transação ilegal, também comprou os passivos dos servidores, relativos a progressões não pagas pelo Estado. Há muitas reclamações.
Muitos servidores estão insatisfeitos com o modelo de contrato entre o BRB e o Governo do Tocantins. Eles alegam que o contrato se assemelha a um empréstimo consignado e que a responsabilidade pelo pagamento recairia sobre o servidor, e não sobre o Estado.
“Essa transação de Wanderlei com o BRB precisa ser passada a limpo”, ponderou Laurez.





